11/13/2009

A Música e o Pará

Baixe aqui o álbum "Modinha Paraenses"

11/12/2009

Criado Mudo



Baixe aqui o álbum "Criado Mudo"

10/23/2009

Zona Rural





A banda surgiu em abril de 97, numa conversa entre Roosevelt Bala e Carlos Ruffeil (Stress e Jolly Joker).A idéia principal era montar uma banda que fosse popular,que tocasse sempre para um grande número de pessoas, que conseguisse fazer um som simples, de bom gosto, que agradasse ao grande público e que tivesse algo a haver com o rock. Então os dois amigos resolveram apostar na Country Music, já que naquele ano o estilo estava crescendo bastante em todo o Brasil. Chamaram pra compor o projeto o guitarrista Paulo Gui (Stress). O grande diferencial era o visual dos músicos (todos oriundos de bandas de rock consagradas de Belém), que mesclava roupas de Cowboy com assessórios e performance de palco bem Heavy Metal. Completando a formação inicial, Roberto Pio (músico contratado) entra na batera, faz alguns shows,mas, logo foi substituído por Fábio Beltrão (Soledad), que assumiu a batera.


A “fórmula” foi um sucesso, em poucos meses a banda tornou-se conhecida em todo o estado. Em Belém a Quinta-Country da Cachaçaria foi o maior arraso, chegando a fechar o transito daquela esquina. A banda ainda chegou a gravar um cd nessa linha musical – “Cowboys do Brega”- que misturava Contry/Brega/Metal.O disco foi sucesso de vendagem, tornando o Zona presença certa nos rodeios e vaquejadas do estado. Com o passar da febre Country o repertório da banda foi se tornando ainda mais abrangente. No ano de 99 a banda foi convidada por Wanderley Andrade para sair em turnê pelo nordeste, como banda de apoio do cantor,que já fazia sucesso por lá. A jornada foi um sucesso, todos queriam ver o show dos Cowboys cabeludos,que tocavam Brega com performance de Iron Maiden. A parceria durou pouco, mas, foi uma ótima experiência para a banda,que retornou à Belém muito mais coesa e entrosada. No início do ano 2000 o Zona entra em estúdio e grava outro disco, na linha da música regional, a pedido de um produtor local. O disco nem viria a ser lançado, pois, antes disso, os músicos resolveram que era hora de mudanças, aquela definitivamente não era a praia deles.


Em abril de 2000 a banda começa outra temporada de absoluto sucesso, agora no Iron Pigs, que duraria 4 anos. Carlos sai da banda para se dedicar a sua escola de música e Sinval Rolo (Genius) entra pra fazer os teclados. No novo repertório, musicas inesquecíveis que marcaram época, desde os anos 60 até o pop rock de 80 e 90. Lá mesmo, o ZONA grava seu segundo CD ”Live in Pigs”, com hits dos anos 70, que vende bastante até hoje. Esse disco teve a participação de Paulo Pimenta (Smeryl), nos vocais e de Flávio Fabiani, que substituiu Fábio na batera, por um curto período. O visual já não era mais Country, embora em alguns eventos específicos o figurino e repertório fossem necessários. O leque de músicas e estilos aumentava cada vez mais, não havia situação em que a banda não se encaixasse com perfeição. Em meados de 2003, Paulo Gui deixa a banda,para trabalhar em Brasília.


Rolo se muda com a família para São Paulo. Na guitarra entra Fabrício Cavalcante (Blues e Cia) e Jr. Menezes (Cabra Laranja) assume os teclados. Então, veio a temporada do Bulldog, no Doca Boulevard, era o point certo da badalação em 2003/2004, também vai ficar na memória dos baladeiros de Belém. Em julho de 2004, Fabrício deixa a banda para realizar seus projetos solo. Bala,então, liga para o guitarrista Saulo Caraveo (Soledad), na oportunidade, terminando seu curso de música na IGT, em São Paulo.Saulo não pensa duas vezes, voltou para Belém pra assumir a guitarra do Zona. Com a nova formação, (Bala – Vocal e baixo / Jr, - Teclado e voz / Saulo – Guitarra / Fábio – Bateria), o Zona segue sua trajetória, sendo reconhecida por sua competência e versatilidade.


O próximo passo seria muito mais ousado, a gravação de um DVD, ao vivo. No dia 10 de fevereiro de 2007,no Açaí Biruta,em Belém,o Zona grava seu primeiro dvd. A gravação transcorreu num clima que misturava ansiedade, tensão, prazer, realização e doideira. O público compareceu em peso, lotando a casa. A idéia era conseguir registrar tudo o que costumava acontecer nos shows da banda, com naturalidade, sem que o platéia se desse conta que estavam participando de uma gravação. Pra isso, o show foi gravado continuamente, sem paradas ou repetição de músicas, sem overdubs (refazer ou inserir instrumentos e vozes) posteriores no estúdio, é ao vivo, mesmo! O objetivo foi alcançado, o conteúdo do dvd é a verdade do que aconteceu naquele dia. O lançamento ocorreu em outubro de 2007, no Botequim, outra casa de shows onde o Zona começou uma temporada,em junho daquele ano, sempre ás quartas. Foi o primeiro dvd de uma banda de Pop Rock do norte e nordeste, um marco no cenário da região, é bastante vendido nos shows da banda, pois muitos querem levar pra casa uma lembrança de tudo que acontece nos shows marcantes da banda. Em julho de 2008, Saulo Caraveo deixa a banda pra assumir sua escola de música, promovendo o retorno de Fabrício Cavalcante ao seu posto de guitarrista do Zona. Hoje, dez anos após aquela conversa entre Carlos Ruffeil e Roosevelt Bala, o ZONA tornou-se a banda Pop mais considerada da cidade, lotando todos os lugares por onde passa, com um público fiel e extremamente variado, de adolescentes a “titios”, é certamente a maior unanimidade no cenário musical paraense. Seus shows são sinônimo de diversão, confraternização, bom gosto e sucesso de público. Atualmente o Zona faz da casa Templários, o point mais badalado das sextas de Belém, sempre sold out , parada certa para os baladeiros locais e visitantes de outras localidades. O nome diz tudo: é show ... é ZONA.


Por: Josy Sidrim




Baixe aqui o álbum "Eu tô ficando maluco!"



10/22/2009

4º Festival Se Rasgum




Bem-vindo ao 4° Festival Se Rasgum
O tradicional, o original e o novo unidos em três de Festival em Belém do Pará


Acompanhando a diversidade da música contemporânea e investindo cada vez mais nesse formato, o Festival Se Rasgum apresenta em sua quarta edição nomes que revelam um Brasil de um pop mais abrangente e de estilos expressivos, indo do dub ao carimbó, do rock ao hip hop, do brega ao metal e da guitarrada à surf music. Em mais de 20 horas de shows em três palcos, o Festival apresenta 40 atrações locais, nacionais e uma internacional, tendo a diversidade como proposta e apostando no tradicional, no original e no novo. O Festival Se Rasgum integra o Conexão Vivo – iniciativa da Vivo voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro – e é filiado à Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes.


Nos dias 13, 14 e 15 de novembro, Belém recebe, no African Bar, shows de 17 atrações nacionais, como Nação Zumbi (PE), Pato Fu (MG), Velhas Virgens (SP), Matanza (RJ), DJ Dolores (PE), Digital Dubs com B Negão e Ras Bernardo (RJ), Bonde do Rolê (PR) e Cérebro Eletrônico (SP), além da uruguaia Hablan por la Espalda e de grandes nomes da música paraense e de representantes da nova safra local. Rompendo barreiras entre ritmos, o evento estabelece uma conexão definitiva do Pará com o Brasil ao mesmo tempo em que apresenta e valoriza a música produzida no estado. A programação completa e os horários estarão disponíveis no site do Festival – www.serasgum.com.br.


O Festival também traz aos artistas paraenses uma intensa programação de workshops, palestras e mesas de debate visando ao crescimento e capacitação da cadeia produtiva da música paraense. Através da 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense, os artistas terão acesso a ferramentas do processo que envolve essa cadeia, desde a gravação do disco, trilhas sonoras para cinema, mixagens, produção musical e gravação a debates sobre a indústria fonográfica, sobre o papel das rádios públicas e consolidação dos circuitos regionais. Além disso, o evento possuirá espaços para trocas de experiências, reuniões e intercâmbio entre produtores, músicos e demais profissionais locais e nacionais


O projeto da 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense foi aprovado pela Lei Semear, com apoio do Governo do Estado do Pará, e também integra o Conexão Vivo.


Atrações - De Pernambuco vem o peso dos maracatus da Nação Zumbi, fundadora do movimento Manguebeat e uma das maiores bandas brasileiras dos últimos 20 anos. De Minas Gerais, o som inventivo do Pato Fu, banda que ajudou a diluir a fronteira entre o rock e o pop brasileiro. Os cariocas do Matanza trazem sua habitual pancadaria sonora e os paulistas do Velhas Virgens fazem seu primeiro e tão aguardado show em Belém, onde tem público cativo, que acompanha seu blues debochado e sabe a letra de todos os seus hits.


De Belém, a primeira banda de heavy metal do Brasil, Stress, faz um revival de sua trajetória como uma das bandas mais importantes da história do rock brasileiro. A consagrada banda de hardcore Delinqüentes faz sua quarta apresentação no Festival Se Rasgum, enquanto Pinduca traz seu carimbó pop e moderno para os palcos do evento e a banda Tecnoshow apresenta o melhor do tecnobrega paraense.


Durante três dias de Festival, Belém vai receber bandas de todos os cantos do país e apresentar para diversos veículos nacionais de imprensa presentes ao evento o melhor da música paraense. Além destas atrações locais, estão confirmadas para o Se Rasgum as bandas paraenses Pro.eFX, Clube de Vanguarda Celestial, Juca Culatra & Power Trio, Sincera, Inverso Falante, Johny Rockstar, Dharma Burns, The Baudelaires, Johny Rockstar, Ataque Fantasma, Aeroplano e Trio Manari. No espaço Laboratório, bandas, DJs nacionais e locais mostram ao público a cara experimental da música paraense e o novo som produzido no estado.


Em suas três edições anteriores, o Festival Se Rasgum já trouxe a Belém 45 bandas nacionais e duas internacionais, além de dar espaço a 69 apresentações de bandas paraenses, sendo considerado pela crítica especializada um dos cinco melhores festivais de música do Brasil.


Estrutura - O Festival é realizado em dois palcos, onde as atrações se revezam em shows seqüenciados e sem intervalos. Um terceiro palco, armado no espaço Laboratório, apresenta trabalhos experimentais, DJs e apostas em novos talentos. Completam a estrutura do evento os espaços da feira de moda do coletivo Caixa de Criadores, piercing & tatoo, half pipe, ações de grafitagem e stêncil, praça de alimentação e o novíssimo Ecolounge.


Este ano, o evento amplia suas ações de sustentabilidade estabelecendo um programa para neutralização do carbono e busca de fornecedores sustentáveis que exerçam responsabilidade ambiental, além de promover a educação ambiental de equipes envolvidas diretamente na produção do evento.


Conexão Vivo – Dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.


O Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece agora com oSe Rasgum e outros festivais independentes como o Jambolada, Arte na Praça, Primeiro Campeonato de Surf Music e 53 HC (Minas Gerais), Omelete Marginal (Espírito Santo) e Coquetel Molotov (Pernambuco).


A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no www.vivo.com.br/cultura. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal www.conexaovivo.com.br.


Confira a escalação do 4º Festival Se Rasgum*:


Sexta – 13 de novembro


Nação Zumbi (PE)
Tecnoshow (PA)
Bonde do Rolê (PR)
Gork (SP)
Juca Culatra & Power Trio (PA)
Pro.eFX c/ Arcanjo Ras (PA/SP)
Dead Lovers Twisted Hearts (BH)
Cérebro Eletrônico (SP)
Trio Manari (PA)
Ataque Fantasma (PA)
The Baudelaires (PA)


Sábado – 14 de novembro


Pato Fu (MG)
Música Magneta – Dj Dolores, Pio Lobato e Mestre Vieira (PA/PE)
Comunidade Nin-Jitsu (RS)
Digital Dubs com BNegão e Ras Bernardo (RJ)
Pinduca (PA)
Marku Ribas (MG)
Milocovik (SP)
Johny Rockstar (PA)
Radiotape (MG)
Dharma Burns (PA)
Aeroplano (PA)


Domingo – 15 de novembro


Velhas Virgens (SP)
Stress (PA)
Matanza (RJ)
Delinquentes (PA)
Hablan Por La Espalda (URU)
AMP (PE)
Retrofoguetes (BA)
Inverso Falante (PA)
Sincera (PA)
Godzilla (AP)
Clube de Vanguarda Celestial (PA)


*Ordem inversa de apresentação


1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense


De 11 a 17 de novembro o evento traz também uma série de workshops, palestras e debates com especialistas na área musical. A 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense vai contar com workshops que vão desde produção musical e gravação a registro e mixagem de shows ao vivo e trilha sonora para cinema.


Os workshops e locais da Semana serão divulgados pela Se Rasgum nos próximos dias junto com a programação completa no site do Festival (www.serasgum.com.br).


Contatos Festival Se Rasgum – Coordenação de Comunicação


Rafael Guedes
(91) 8853.6353
rafael@serasgum.com.br


Marcelo Damaso
(91) 8146.9110
marcelo@serasgum.com.br

10/21/2009

Carimbó Raiz de Cafezal




A Vila de Cafezal, no município de Magalhães Barata, um dos mais antigos redutos do carimbó praiano na região do Salgado, realiza hoje, sábado, a tradicional festa de levantação do mastro de São Benedito ao som do grupo de carimbó "Raiz de Cafezal", que promove o show de lançamento do seu 1º CD e busca dar uma visibilidade maior para o ritmo cultivado nessa localidade.


O carimbó de Cafezal é considerado uma autêntica expressão da vertente praiana desse gênero musical, com relatos orais da comunidade revelando sua existência na vila desde o século 19. Disseminado entre os pescadores da região, o carimbó praiano é encontrado também em várias outras localidades do litoral, como Marapanim (vizinha de Cafezal), Maracanã, Salinas, e outros. Segundo o relato de mestres ainda em atividade, como Mestre Durval do grupo "Alegria de Cafezal", no tempo dos antigos as festas ocorriam sempre em dezembro e duravam três dias e três noites sem interrupção, com duas ou três "orquestras" de carimbó se revezando para dar conta do recado. Mestre Durval, que canta carimbó desde 1945 e teve recentemente seu registro feito pelo pesquisador Alfredo Bello (SP), é um dos convidados do show desta noite.



O grupo "Raiz de Cafezal" foi formado em dezembro de 2004 pelo músico Claúdio Albuquerque, com o propósito de dar continuidade e preservar, através de suas obras, o estilo musical herdado dos “antigos”. Radicado em Belém, o grupo no entanto tem vários músicos naturais de Cafezal, como Mestre Flávio, Filió e Gaiti, estes dois filhos de Mestre Durval.

Jorginho Gomez

Você quer diversão? Encontrou o cara certo!




Jorginho começou sua carreira como cavaquinhista de um grupo de samba, intitulado Astral Do Samba, e os próprios integrantes do grupo apostaram em seu talento como cantor. Nesta época, já borbulhava a vontade de buscar novas sonoridades, o que acabou se tornando uma peculiaridade deste grupo: misturar samba com outros estilos musicais, como carimbó, black music, lambada, etc.


Com ânsia perfeccionista, Jorginho aprimorou suas técnicas de canto e começou a compor canções de diversos estilos musicais, e isto foi decisivo para que ele se tornasse vocalista de grandes bandas do Pará, como Banda Astral, Quero Mais, Kanaxê, Tecno Show entre outras.
Por ter cantado diversos estilos, suas músicas são o reflexo dessa miscigenação cultural que permeiam seus ouvidos: ?Não tenho preconceito com nenhum tipo de música, escuto do samba ao reggae, do rock ao carimbó, etc. O que antes era obrigação, pois tinha que escutar diversas músicas pra tocar nos shows, acabou servindo de conteúdo pra experimentações em minhas composições!?.


Agora Jorginho Gomez resolveu apostar na carreira solo, utilizando a experiência adquirida em shows pela região Norte e em grandes eventos sociais, somando a sua faceta de compositor.
Deixe a alegria contagiar você! Olha o swing, olha o balanço! Jorginho Gomez!!!


Baixe aqui o Single "Jorginho Gomez"
http://www.4shared.com/file/142428821/bf8c91b5/JorginhoGomez.html

10/16/2009

Pro.efX



Produtor musical, musico e dj teve um dos seus registros mais importantes ainda como musico mas despontando como produtor tbm em 2000 com a banda dubcoreattack revelação desse mesmo ano pela rádio cultura fm e já vinha trabalhando desde 98 com produções eletronicas com inspirações na cultura jamaicana, em 2001 com o fim da banda Dubcoreattack assume a alcunha de Pro.efX e definitivamente a postura de produtor musical formando uma dupla com o ex vocalista da banda Dubcoreattack, Guamat pa, surge então Pro.efX & Guamat pa com Pro.efX assumindo além da produção os vocais junto com Guamat, em 2002 sai um single com 6 musicas pelo selo Ná Records que é outro registro super importante agora como produtor, outra participação importante como produtor foi no cd da cantora Lu Guedes em 2005, em 2007 juntamente com outros 4 djs fomam a Blacksfera coletivo de djs que desde então organizam a mais tradicional festa de musica negra da cidade, em 2008 com o fim da dupla Pro.efX se lança na cena musical nacional produzindo musicas com artista de todo o Brasil produções registradas em cds de artistas como Arcanjo Ras, Jimmy Luv, Pump Killah e Meliant Mc e desde 2008 vem produzindo com outros vários artistas o que será finalizado em um cd com musicas ineditas com os artistas: Rafel Dverso (RJ) (com quem gravou seu 1º videoclip produção da tv cultura), Dom Lampa (SP), Hurakan (PR), Pump Killah (SP), Alexandre Cruz (SP), Melianti Mc (RJ), Buyaka San (SP), Crânio Preto (SP), Mista Prigui S (RN), Mateus Pinquim (RJ), Ragga Rural (GO), K Naman (França), Dubalizer (SP), Arcanjo Ras (SP), Jimmy Luv (SP), mas enquanto esse cd não é lançado esta em fase de lançamento ainda este semestre um cd com versões feitas por Pro.efX pra varios desses artistas mencionados, enquanto isso esta produzindo uma faixa pra um cd coletanea tributo a banda Delinquentes e tambem produzindo 3 faixas com Dom Lampa, Arcanjo Ras e Pump Killah que entraram em um cd produzido pela Red Bull juntamente com os produtores Patrick Tor4 e o Dj Considerado com previsão de lançamento pra novembro deste ano.





Baixe aqui o álbum
"Transglobal Roots Overdub Jammin - Parte 1"
"Transglobal Roots Overdub Jammin - Parte 2"

10/06/2009

Juliana Sinimbú

Juliana Sinimbú representa a renovação da música popular brasileira no Pará.A afeição ao samba de raiz, a bossa nova e a canção popular ganham força na sua juventude, na sua interpretação doce e sofisticada, e na sua ousadia. Ousadia que reside no intercâmbio com outras linguagens, com outros artistas que representam outros estilos musicais, mas que se identificam coma sua juventude.

Exemplo disso é a versão “bossa novística” que ela fez de Duo , canção da banda de hard rock Madame Saatan e de participações me projetos paralelos como a turnê francesa ao lado das banda de guitarrada La Pupuña e o trio de percussão Manari.Juliana está dentro de um movimento de vanguarda contemporâneo que há de chamar atenção do mundo, vindo do Pará , da Amazônia. Juliana é universal e representa muito bem a sua tribo.

Por: Elielton ”Nicolau” Amador , jornalista paraense

10/04/2009

Lia Sophia

Dona de um estilo próprio e repertório eclético, Lia Sophia é destaque no meio artístico pelo fato de acompanhar-se ao violão, instrumento que lhe permite também compor. Para concepção do seu primeiro CD, ela se entregou aos sons, odores e sabores musicais da sua região paraense e do mundo. O trabalho tem características de uma artista nortista, porém é contemplado por uma potencialidade musical que assimilou influências que vão do samba ao jazz, do rock ao choro.

Cantora, compositora e instrumentista, Lia Sophia nasceu em 1978 na Guiana Francesa e aos dois anos de idade veio para o Brasil. Cresceu em Macapá e aos seis anos já era solista da Igreja. Os primeiros acordes ao violão surgiram aos nove anos por influência da mãe. Nascida em uma família de músicos, conviveu com diversos estilos musicais, do gospel ao brega, do bolero ao zouk, merengue, além das fortes influências do carimbó e do marabaixo, ritmos típicos da região norte. Aos 17 anos apaixona-se pela MPB e inicia sua carreira como intérprete. Em agosto de 2005, lançou seu primeiro Álbum LIVRE. Experimental e comtemporâneo, inaugura a trajetória da artista como compositora e grande intérprete. Entre os sucessos deste disco estão “Eu só quero você” de Lia Sophia, bastante executada nas rádios locais e utilizada em campanhas publicitárias, “Boca” de Débora Vasconcelos, “Velhos Sonhos” de Mapyu e Nilson Chaves e a dançante “Eu” composta em parceria com Eliane Moura. Este primeiro trabalho teve excelente recepção do público e da crítica do Pará e contribuiu para firmá-la como um dos grandes nomes da música popular paraense Com este disco, Lia viajou por várias cidades da região norte, recebeu o prêmio de “Cantora Revelação” no XXI Baile dos Artistas, fez shows ao lado de grandes nomes da música paraense como Nilson Chaves, Jane Duboc, Fafá de Belém; abriu shows de artistas como Maria Rita, Zeca Baleiro e Vanessa da Mata. Em 2007, seduziu o público do SESC Vila Mariana e do SESC Pinheiros em São Paulo. Em 2009, lança o Álbum CASTELO DE LUZ. Trabalho moderno, ousado, onde revela todas as suas facetas artísticas, cantando, compondo, tocando, arranjando e co-produzindo. A atmosfera do disco passeia pelo ambiente das décadas de 60 e 70, trazendo em seus arranjos de sopros o clima das Big Bands e em suas guitarras, os deleys típicos dos anos 70. Seguindo esta linha, na música “A Flor” é possível perceber o toque regional das Guitarradas, no groove de guitarra criado por Davi Amorim. Já em “Minhas Verdades”, um rock’in roll ao estilo “ie ie ie”, quem marca presença é o ritmo Lundu. E na delicadíssima e requintada “Mulher” a influência do Brega é percebida de maneira sutil. No final de 2008, Lia Sophia deu início a um projeto corajoso no qual já vinha mergulhando em pesquisas à quase dois anos: regravações de grandes clássicos da música brega da região norte. Essa pesquisa da artista resultou em seu terceiro CD, chamado “Amor Amor Amor”, gravado no estúdio Zagas Music no Rio de Janeiro, com produção de Alexandre Moreira e que tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2009
.


CD LIVRE – Produzido por Alcyr Meireles Arranjos e teclados: Alcyr Meireles Bateria: João Ricardo Guitarra e violão aço: Beto Meireles Baixo: Augusto Castro “Baboo” Percussão: Rafael Barros Backing Vocals: Daniel Araújo e Suelene Oliveira Voz: Lia Sophia.

Fonte: http://gringo-musicadaboa.blogspot.com




Baixe aqui o álbum "Livre"

10/02/2009

Balanço do Rock 19 Anos, Um Tributo Delinquente




Em dia de aniversário, normalmente é o aniversariante quem ganha o presente. Organiza a festa, oferece os comes e bebes, apaga a velinha, mas recebe a lembrancinha de mais um ano de vida. O programa Balanço do Rock está completando dezenove anos e nessa festa diferente, presenteia os ouvintes com um tributo, mais que merecido, à banda hardcore Delinqentes.

Uma vez, o produtor e apresentador do Balanço, Beto Fares, disse que o Jaime Katarro (vocalista do Delinqüentes) é um agregador. Que é fácil ver o Jaime cercado de várias pessoas, dos mais variados estilos musicais, convivendo ali em harmonia. É esse bom relacionamento que dá o tom ao tributo. São dez faixas representadas por bandas e artistas com diferentes sonoridades.

O
Suzana Flag recriou Planeta dos Macacos, numa levada bem pop, com direito a um vocal “ah,ah,uh,uh”, que vai funcionar muito quando for tocada ou ao vivo ou em festas. O “hino” Delinqüentes encontrou os beats do Pro.efX e o vocal rappeado de Bruno B.O. A gravação que mais se aproxima do original é a clássica Gueto, refeita pela banda metalcore DHD. O Turbo deixou a também clássica O Viciado, com uma pegada de rock ‘n’ roll garageiro e com uma leve pitada de Black Sabbath. Para Vagamundo, o Sincera fez um freejazz pesado com a participação de Daniel Delatuche no trompete.

O projeto Massa Grossa, com
Pio Lobato, Iva Rothe, Priamo Brandão e Vovô, pegou o “swing” regional, colocou eletro e uma certa tensão em L’uomo Delinqüentes. O Aeroplano criou um clima assustadoramente suicida na versão para Um Belo Dia Pra Morrer, com instrumental low-fi e melodia entediada. O Coisa de Ninguém misturou hardcore, ska, quebradeira de bateria e solos de guitarra para reapresentar Cicatrizes de Guerra. O som industrial era a forma natural de reinventar Fábrica, e ninguém melhor pra fazer isso que o ION. Ana Clara Matos, acompanhada de Jack Nilson (Stereoscope) no violão e Rafael Barros (Arraial do Pavulagem) na percussão, fez de Utopia Milenar um samba quebrado e experimental, deixando em contraste a densidade da letra com a suavidade vocal.

Essa pequena pérola foi lapidada no estúdio Edgar Proença com gravação e mixagem de Ulysses Moreira, produção musical de Beto Fares, produção artística de Regina Silva e projeto gráfico de John Bogea. Houve uma primeira audição das músicas no Balanço do Rock, dia 27 de setembro, com a participação de quase todas as bandas que estão no tributo mais os homenageados. Uma verdadeira festa! Sábado dia 3 de outubro, haverá uma apresentação ao vivo para
rádio e TV as 3 da tarde, primeiro com as bandas e depois com os Delinquentes.

Assim que começar o programa, o disco será disponibilizado para download no blog do Azul (
http://musicaparaense.blogspot.com), grande agitador cultural de Belém.

É difícil encontrar um roqueiro que ainda não tenha sintonizado a Cultura FM às quatro da tarde. Uma parte da história da produção roqueira (e afins) de Belém, e do Estado, passou e passam pelo programa, que já teve como apresentadoras Úrsula Vidal e Linda Ribeiro. Beto Fares está no barco desde o início, primeiro como programador, depois produtor e mais de 10 anos como apresentador.

Parabéns Beto, Delinqüentes, bandas/artistas e Balanço. Obrigado por continuarem alimentando “esse zumbi que se arrasta pelos subterrâneos da cidade”.

Confira aqui um pedacinho do making off da gravação do tributo

** De última hora, chegou a informação de
que a banda Madame Saatan, gravou uma versão direto de sampacity.
















9/24/2009

Juca Culatra e Power Trio

O que você quiser agora é seu...”, diz uma letra de música de Juca Culatra & Power Trio, para assim expressar a diversidade cultural e toda a criatividade, constantes em sua música e arte. Juca Culatra e Power Trio, banda que nasceu no dia 26 de abril de 2008, justamente no dia do aniversario de Juca Culatra, que decidiu montar a banda para tocar musicas autorais de reggae e o Dub. A musicalidade tem muitas influências da música erudita com vocais "beneditinos” misturados com ritmos negros e psicodelia.

A Arte sonora é construída com a leve batida do reggae, som orgânico e muita interação com as vertentes da música clássica, experimentalismo e Forte presença do Power trio com seu ritmo negro psicodélico A mensagem da música é permeada pela luta contra a degradação do meio ambiente, pelo homem, e mensagens positivas de uma vida construída na Verdade, na Paz e no Amor. O que você quiser,agora é seu ! Basta querer com amor e merecer ! Juca Culatra(vocal), Marcel Gummy (guitarra e vocal), Junhão Papapão (baterista) e Primo Luciano (baixista)



Baixe aqui o álbum "Juca Culatra & Power Trio"
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9/18/2009

Leandro Dias

Compositor e músico. Em 2000 começou a mostrar suas composições em festivais. Ao longo desses anos obteve significativas premiações como o de 1° lugar no Servifest nos anos de 2004 e 2005, Festival de Ourém, nos anos de 2002, 2004 e 2007.

No Fecani (AM), já ganhou os prêmios de 2° lugar e melhor letra(2006), 4°(2004) e 5° lugar(2005 e 2008). 1° lugar no Festival da Unama(2003) e Festival da Canção de Castanhal (2008) . Também já participou de importantes festivais no país, como o de Tatuí (SP), Avaré (SP), Boa Esperança (MG), Miracema (RJ). Com a valsa Emaranhado, parceria com Felipe Cordeiro, ganhou o 3° lugar no IBM e-Festival, no qual o curador era o respeitado crítico musical Zuza Homem de Mello, no evento apresentou-se ao lado de Vanessa da Mata. Em 2008, a música deu nome ao show também ao lado de Felipe Cordeiro no Teatro da Paz.

No leque de parceiros tem Vital Lima, Floriano, Jorge Andrade, Pedrinho Cavalero, Marcelo Sirotheau, Ivan Cardoso, entre outros. Tem músicas gravadas por Patrícia Bastos (AP), Karina Ninni (SP), Andréa Pinheiro, Lívia Rodrigues, Alba Maria, Olivar Barreto, Fabio Cadore (SP), e tantas outras vozes.

Arthur Nogueira

É um dos mais importantes artistas do Pará e tem a carreira incensada por grandes nomes da música brasileira, como Marina Lima e Antonio Cicero.

O cantor e compositor destaca-se pela preocupação estético-conceitual de sua música. Jornalista e leitor freqüente de poesia, incorpora às canções densas referências e imagens poéticas, influenciado por autores como Carlos Drummond de Andrade, Torquato Neto e Waly Salomão. Arthur já teve poemas publicados em veículos importantes, como a Revista Cult. Aos 21 anos, sendo 5 de carreira, possui dois CD gravados (“Arthur Nogueira”, de 2007, e “Mundano”, de 2009).

Lívia Rodrigues

Lívia Rodrigues é paraense e bióloga. Estreou como intérprete em 2003, cantando clássicos do samba e do choro no show “Branca no Samba” ao lado regional Gente de Choro. Desde então, participou das apresentações do referido grupo, tornando-se rapidamente uma cantora respeitada e admirada, por seu timbre delicado e indiscutível afinação. Bastante requisitada no cenário musical paraense, apresenta-se em bares, eventos, e shows de outros artistas.

Foi premiada como melhor intérprete no festival de Santarém Novo (PA) em 2005 e com o terceiro lugar no tradicional festival de Ourém (PA) em 2007. Em 2006, a convite da Secretaria Executiva de Cultura do Pará, gravou pelo selo discográfico Pará Instrumental seu primeiro Cd, intitulado, URBANA, sob direção musical do compositor e arranjador Floriano, somado aos arranjos de base de Paulinho Moura e Luiz Pardal. No repertório, inteiramente voltado para a música paraense, interpreta canções de compositores consagrados como o maestro Waldemar Henrique, além de Paulinho Moura, Floriano, Jorge Andrade, Marcelo Sirotheau, Vital Lima, Felipe Cordeiro e Leandro Dias. Bastante elogiado dentro e fora do Estado do Pará, “URBANA” reforça o compromisso de Lívia Rodrigues com a produção cultural do Pará e com a música brasileira.

Baixe aqui o álbum "Urbana"

Navalha

“Navalha”“ é uma banda de Belém do Pará extremamente recente, de janeiro de 2009, idealizada pelos guitarristas Andrey Moreira e Milton Alcântara que resolveram recrutar alguns conhecidos seus – Eric Alvarenga (vocal), Claudio Fly (baixo) e Thyago Casablancas (bateria).

A idéia é fazer um som heavy, com identidade e vocal em português , que faça com que a banda se torne mais acessível e alcance uma gama maior de público. As influências rodam em torno de bandas como Tool, Chevelle, A Perfect Circle, Deftones, Opeth, Porcupine Tree, Amplifier, Metallica, entre outros. Ainda sem nenhum show realizado, o quinteto pretende começar a dar as caras no segundo semestre de 2009 e torna-se uma das bandas mais promissoras desta cidade.

9/10/2009

Hope

São apenas dois anos de vida, mas com bastante carga musical e entrosamento entre seus integrantes. Essa é a imagem da banda Hope, que surge com um trabalho consistente e maduro. A reunião começou com Marcelo bRain (guitarra), Luis Sick (guitarra e vocal) e Bruno Corey (vocal), num momento perfeito para juntar o destino desse trio de amigos de infância e com isso começar a gravar um disco ainda no ano de formação, antes mesmo de realizarem shows.

Sem baterista fixo, o instrumento foi gravado pelo amigo Marcell Cardoso (Karma, Edu Ardanuy, Bittencourt Project), que co-produziu o disco juntamente com o guitarrista Chico Dehira (ex-Karma, ex-Paul Di’Anno), outro amigo da banda, no Estúdio Fábrica de Som. Esse tempo entre o “start” da banda até hoje serviu para que aprimorassem as 12 faixas de seu trabalho, e acrescentassem à banda o baixista Stéfano Stella e o baterista Tadeu Zullu, formando um grupo pronto para os palcos e para a produção de todo o material visual.

Em 2009, o álbum “First Impressions” é finalizado e apresenta o Hope na cena rock, com letras em inglês e influências de vertentes do metal/hard rock ao punk rock. A divulgação do trabalho começa com a disponibilização de três músicas no MySpace (
www.myspace.com/hoperock), tendo como objetivo ultrapassar as barreiras nacionais. O Hope inicia sua trajetória com força total, sem esquecer o principal motivo que os mantêm unidos: a esperança.

Carlos Marajó

Baixe aqui o álbum "Guitarrada"
http://www.badongo.com/file/2450488

Paris Rock

A banda PARIS ROCK foi formada em meados de maio de 2007 pelos primos Yuri (guitarra), Neto (guitarra), Mauricio Maumau (Voz) e os amigos Renan Vaca (baixo) e Netto 2T (bateria). Como a maioria das bandas, começou fazendo cover de bandas que influenciam os músicos. Após algum tempo correndo atrás de lugares para tocar e de saco cheio de tocar musicas dos outros, a banda começou a produzir suas próprias músicas e através de uma reunião decidiram seguir a carreira autoral.

Nas letras compostas por Yuri e Maumau, é retratada a personalidade de cada um, passando por vários assuntos e estilos. Depois é juntada aos mixes de melodias e arranjos feitos por todos da banda. O samba rock “Nobre Desfecho” que foi incluído na coletânea “Guitarras sob Mangueiras” vol.2 (um projeto distribuído na Internet, totalmente gratuito, cujo intuito é divulgar as bandas do cenário paraense independente), foi a primeira a ser gravada e lançada na internet.

Seguido pela balada, “Cachorro Blue”, a música foi tão bem aceita que acabou entrando na programação de uma Rádio local. Atualmente a banda está gravando seu 1° CD, que contará com seis Faixas inéditas, mais “Nobre Desfecho” e Cachorro Blue”, para alegria da galera. A Paris Rock também foi à vencedora do Estúdio Fest Music 2009, tocando ao lado de grandes bandas nacionais.

Agora é seguir em frente pra mergulhar de cabeça no seu principal objetivo que é conquistar seu espaço no cenário musical, sendo ele em Festivais, Chás, Batizados ou Festinhas de Criança, por que o que importa é o Roquenroul.

Paris Rock é:
Mauricio (Maumau) – voz
Yuri – guitarra
Neto – Neto Renan (Vaca) – baixo
Netto (2T) – bateria

Meffista

Imagina! O diabo do avesso. Transvestido. Transsexuado. Apresento-vos: Meffista. Uma proposta musical com influências de Oceansize, Smashing Pumpkins, Lacuna Coil, Tool, Drain S.T.H e Sarah Vaughan. Parece impossível? Baixe uma mp3 - ou até mesmo um toque de celular - e identifique todos esses elementos.
Na voz irreverente de Iza. No guitarrrear de Ivan. Na cozinha pulsante formada por Erik e Emanuel Júnior. Meffista, Meffista, Meffista, Meffista... Os integrantes já são conhecidos. Todos oriundos do finado Stigma, após um periodo sabatinal de dois anos trocando fraldas e tendo como único contato musical cantigas de ninar, agora aparecem mais "pesados" e com novas idéias. Liberdade, ousadia, sarcasmo e temas adultos são alguns dos elementos presentes no Meffista. Ao entrar, tranque a porta, relaxe e... Meffista!

9/03/2009

Sambiose

Desde 2001, mas só tomou uma forma definitiva em outubro de 2006 quando finalmente encontramos um baterista que se adequasse a nossa proposta. Como o nome mesmo diz, a nossa base é o samba, mas nossa paleta sonora é um tanto extensa e difusa, além de samba, diluímos jazz, rock, funk, soul, rocksteady, hardcore, bossa-nova e tanta coisa que nem é som e nem tem nome. A influência mais evidente é Jorge Ben, mas também Cartola, Gilberto Gil, Neville Brothers, Nina Simone, Billie Holiday, Tamba Trio, Trio Mocotó, Nofx, Sublime, Hermeto Pascoal, Mutantes, Tom Zé, Paulinho da Viola... e aí vai ainda muita coisa.

Não espere encontrar tudo isso do jeito que você conhece. Organizamos as sonoridades com ressonâncias distantes - esperando soar um pouco diferente - pra que ninguém possa nos acusar de plágio. Nossas letras falam desde de churrasco de gato à espiritualidade e transcendência. A primeira apresentação da banda ocorreu no dia 27 de junho de 2007 foi uma das atrações do 5º Sarau do Jokerman.
Fabio Bastos - Vocal
Francídio Abbate - Contra-baixo
Caio Romano - Guitarra
Argentino Neto - Teclado, vocais e sopros
Breno Sales- Bateria
Fonte: Belrock

Manumoa

Manumoa é compositor e parceiro musical do poeta paraibano Vergara Filho entre outros. Juntos vêm criando músicas de resgate à Amazonidade.


Atualmente esta junto com Paulo André Costa, Guerreiro Filho, Rafael Batera com a banda Peixe Frito.


Baixe aqui o CD-Demo "Manomoa & Peixe frito"

Inverso Falante

A banda Inverso Falante foi formada em novembro de 2006, quando o guitarrista Rodrigo Ferreira e o baterista Júnior Gurgel decidiram começar um trabalho autoral, mesclando suas principais influências para sintetizar um som criativo e diversificado.

Desde a sua formação, o Inverso Falante materializou um repertório de músicas autorais de um rock visceral em português. A banda demorou até encontrar o vocalista ideal. Foi quando Renan Pinheiro assumiu os “mics” para trazer a banda para um nível diferenciado de rock nacional, com vocais audaciosos, capaz de identificar as raízes mais puras do rock’n’roll. Com as mesmas influências e uma pegada marcante, Hélio Norman se encaixou no estilo proposto e incrementou os graves do grupo, tomando o posto de bassman.

O que chama mais atenção quando você escuta uma música da Inversa, é a influência sútil do rock dos anos setenta. Em cada nota, acorde ou riff, é possível identificar raízes do rock’n’roll clássico. Isso, com um toque de música brasileira, capaz de trafegar livremente entre o pop e o undergound.

Entre músicos e produtores locais, a opinião é a mesma, que a banda é uma excelente promessa do rock feito no Pará e tem trabalhado duro para mostrar seu trabalho nos festivais dentro e fora do estado.

O Inverso Falante é:

Rodrigo Ferreira - guitarra
Renan Pinheiro - vocal
Hélio Norman - Baixo
Junior Gurgel - Bateria

9/02/2009

Anjos do Abismo

Por onde andam os Anjos do Abismo

Presos dentro de um camarim improvisado, de paredes de madeira, colocado na borda de uma praça rente a armazéns abandonados do cais do porto, um grupo de jovens músicos tenta entender o que acontece quando alguém arremessa uma garrafa de cerveja no telhado, inúmeros outros forçam as portas e as paredes, mais garrafas quebram sobre suas cabeças, o pânico toma conta de todos, uma mulher grávida, esposa de algum roqueiro, começa a chorar, um dos seguranças do show se acocora num canto com os olhos arregalados sem saber o que fazer. Vários instrumentos musicais ali, vários equipamentos caros, coisas alugadas, e lá fora centenas de pessoas na maior batalha campal da história da música paraense.
Nenhum policial a postos naquela madrugada, toda a proteção do festival de bandas de rock tinha sido deixada a cargo de uma agência terceirizada chama “Gang Mexicana”, que, nada mais fez que precipitar o confronto final ao chutar um garoto que tinha acabado de cair desajeitadamente do palco durante o show de uma banda de heavy metal que ora se apresentava. Esse chute tinha sido a gota d’água. Tudo foi quebrado e saqueado: palco, caixas de som, mesa de controle, barraquinhas de alimentos, pessoas, entre outras coisas, num frenesi que durou pelo menos meia hora.
No final havia restado apenas escombros do que poderia ter sido a grande oportunidade do rock paraense projetar-se na cena nacional. Era a terceira vez em dois anos que Belém tinha conseguido organizar o festival de bandas “Rock 24 Horas”, onde nada menos que 24 bandas tocaram durante 24 horas seguidas (e pelo menos uma centena ficava de fora), das 9 da noite até as 9 da noite do dia seguinte. Era abril de 1993, ano em que o Mangue Beat foi descoberto em Recife e que produtores importantes de São Paulo fizeram questão de viajar ao Norte para saber que diabos está acontecendo lá em cima. Em Pernambuco e Belém, todo um movimento de bandas ocupando um espaço expressivo nas cenas locais. Foram lá ver. De Recife colheram um dos mais interessantes acontecimentos da música popular brasileira dos anos 90; de Belém, colheram uma verdadeira lição de barbárie e falta de organização. Demorou muito tempo para que o rock paraense voltasse a aparecer com força na cena local: cerca de 10 anos.
Mas, voltando ao camarim prestes a ser destruído do último Rock 24 Horas, na Praça Kennedy (hoje Praça Waldemar Henrique) encontramos uma das bandas que faziam parte desse movimento acuada, amedrontada e que teve que correr de mãos dadas gritando “somos músicos, somos músicos!” no momento em que uma das paredes foi derrubada e uma turba enfurecida invadiu o aposento. Ninguém dos Anjos do Abismo saiu ferido. Foram arremessados em táxis em fuga, recolheram-se às suas casas e decidiram não mais participar daquele caos que tinha se tornado a cena roqueira paraense. Tanto sacrifício tocando em espaços precários, tomando ônibus lotado, em pé, abraçado ao instrumento para ir ensaiar em Icoaracy (distrito afastado de Belém) com equipamento precário, procurando compor algo que acabou-se por identificar como rock progressivo pelos seus apreciadores.
Os Anjos do Abismo tiveram vida curta. Começaram em Icoaracy nos idos de 1990 como uma das bandas de lá, logo começaram a se apresentar em Belém regularmente e a participar ativamente da cena do rock da capital, tendo participado das três edições do festival Rock 24 Horas e lançado uma música na Rádio Cultura chamada “Black Screen”, cujo formato final (com arranjo de cordas) jamais foi tocado nas rádios paraenses por ter sido produzida no canto do cisne da banda quando ninguém mais tinha vontade de continuar.
Atualmente os Anjos do Abismo continuam, cada um à sua maneira, dedicados à música. O Beto (Hoje Márcio D’Alari), vocalista, violonista e percussionista, atualmente se encontra em Boston tocando com grupos dedicados à música brasileira. Também se formou em musicoterapia e massoterapia; Valério Fiel da Costa, guitarrista e violonista seguiu a carreira acadêmica e dedicou-se à composição, atualmente está em São Paulo fazendo doutorado pela UNICAMP; Rogério Carvalho permaneceu em Belém, continua tocando baixo elétrico e de vez em quando realiza participação em bandas de rock na cidade – teve um filho; Pio Lobato, guitarrista, dedicou-se ao estudo das guitarradas e foi o principal responsável pelo atual resgate desse gênero em Belém. Continua tocando guitarra na banda Cravo Carbono, fez música para cinema e representa o Pará em duas coletâneas de música brasileira patrocinadas pelo Itaú Cultural; Charles Matos, baterista, aperfeiçoou-se como músico de jazz e realiza regularmente trabalhos com diversos músicos em Belém, tendo lançado um livro sobre adaptação de ritmos regionais para um set de bateria.
O baterista Beto Brasil e o guitarrista Helder Avelar (ex "Chama") também passaram pelo Anjos e chegaram a tocar no último show da banda, em 1994, no Teatro Margarida Schiwazzappa em Belém, onde Beto aproveitou a imprensa presente para comentar a perseguição do Grupo Liberal de Comunicação contra o jornalista Lúcio Flávio Pinto. O último vôo dos Anjos do Abismo.
Por: Valério Fiel
Fonte: Overmundo

8/21/2009

A Música e o Pará

Baixe aqui o álbum "Carimbó de Mestre Lucindo"



Baixe aqui o álbum "Carimbó dos Mestres de hoje"

Guilherme Coutinho

Guilherme Coutinho Jorge (Belém do Pará, 20 de abril de 1942)é um arranjador, cantor, compositor e pianista brasileiro.

Guilherme Coutinho começou a tocar aos cinco anos de idade e, aos dezessete, já integrava “Os Mocorongos” e “Os Iguanos”, em ambos como amador. Mas logo tornou-se líder de grupo, tocando em diversas casas noturnas de
Belém (PA), até que se fixou na Assembléia Paraense, se tornando uma das figuras mais importantes da história do clube. Sua formação preferida era de piano, baixo e bateria, além de cantor. Mas, durante algum tempo, chegou a utilizar gravador como playback para dar maior textura sonora. No carnaval, lá estava Guilherme à frente de seu conjunto, acrescido de ritmistas e seção de metais, tocando não somente os grandes êxitos, mas apoiando compositores locais. Foi diretor musical do primeiro show profissional de Leila Pinheiro, no Teatro da Paz. Em sua carreira, lançou três discos: “Guilherme Coutinho e a Curtição”, “Procura-se” e Guilherme Coutinho e o Grupo Stalo”. Foi um pianista, compositor e arranjador, coberto de elogios pelos artistas nacionais que acompanhou, quando vinham a Belém, ou que o assistiram tocar.

Fonte: Wikipedia



Baixe aqui o álbum "Guilherme Coutinho e a Curtição"





Baixe aqui o álbum "Procura-se"
http://www.megaupload.com/?d=R1XFJH3T


Baixe aqui o álbum"Guilherme Coutinho e o Grupo Stalo"